Nasce o mais jovem prematuro do Brasil

8 out

No Caderno de Saúde da Folha esta semana, li a matéria sobre Ana Júlia, um bebê que nasceu prematuro de cinco meses, com apenas 360g, no Rio de Janeiro.

Pode parecer um caso isolado, mas para se ter uma idéia, no Brasil, os casos de prematuros cresceu 27% nos últimos dez anos (Ministério da Saúde) e representam cerca de 75% dos casos de mortalidade neonatal. No Estado de São Paulo, a taxa de mortalidade de recém-nascidos é de cerca de 14,5% (dados de 2004).

Hospitais particulares têm alcançado sucesso em seus atendimentos, graças ao nível de profissionais e equipamentos adequados para atender emergências e complicações, além de bom acompanhamento nos tratamentos. O que infelizmente, ainda não acontece para todos.

No mês passado tive a oportunidade de conhecer a ONG Viver e Sorrir, que cuida de crianças prematuras e de suas famílias. Esta ONG oferece assistência a bebês prematuros, além de trabalhar para o aperfeiçoamento das unidades de atendimento a recém nascidos da USP. A ONG Viver e Sorrir atende cerca de 1000 bebês, crianças e adolescentes por mês.

Na ocasião eu já havia elogiado a iniciativa da ONG e reitero que soluções como a desenvolvida pelo grupo Viver e Sorrir ajudam a democratizar este tratamento para uma parcela mais humilde da sociedade.

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